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Vovós britânicas contam histórias para crianças indianas pelo Skype

Jackie Barrow diz que projeto é recompensador
Ninguém é capaz de oferecer mais carinho e estímulo do que uma vovó. E agora, esse amor está sendo propagado entre continentes, com avós britânicas contando histórias via Skype para crianças a milhares de quilômetros, na Índia.
Jackie Barrow ainda não é uma avó, mas como uma professora aposentada, ela julgou que estaria qualificada ao ver um anúncio no jornal The Guardian convocando voluntários para ajudar a ensinar crianças na Índia por meio da internet.
Elas adoram e estão muito envolvidas com a experiência. Jackie aproveita para mostrar, por meio da webcam, um ovo de páscoa para mostrar às crianças como a Grã-Bretanha celebrou seu recente feriado.
The Granny Cloud Project (Projeto Vovó em Nuvens) é a criação de Sugata Mitra, mais conhecido pelo seu projeto de computador que levou PCs para algumas das partes mais pobres da Índia. O projeto agora já está sendo reproduzido em outros países e chegou até à América do Sul.
A ideia surgiu quando Mitra percebeu que o computador que tinha em seu escritório, no sul de Déli, chamava a atenção das crianças que viviam em uma favela em frente.
Ele deixou com que algumas delas passassem a mexer na máquina e ficou maravilhado com a rapidez no aprendizado.
Dentro de poucos dias, as crianças eram capazes de navegar pela internet, copiar e colar, arrastar itens e criar pastas. As crianças gostam de desenhar, usando, por exemplo, o programa Microsoft Paint para criar suas pinturas.
Em seguida, elas passaram a fazer o download de jogos. No segundo mês, já haviam descoberto arquivos musicais em MP3 e começaram a baixá-los.

Incentivo de vovó

O professor Mitra notou que elas se saíam melhor quando um adulto estava presente para lhes dar conselhos e oferecer incentivo. Ele pensou que ninguém poderia ser mais incentivador do que uma vovó.
O nome oficial do projeto é Sole (abreviação para self-organized learning environments - ambientes de aprendizagem auto-organizados), mas é mais conhecido como Vovó nas Nuvens, uma referência aos projetos de computação em nuvem (em inglês, cloud computing), que visam compartilhar recursos e dados de forma remota, por meio da internet.
As vovós, ou e-mediadores como elas são chamadas oficialmente, não são professoras, no sentido clássico, e as sessões que elas realizam não são aulas convencionais. Em vez disso, as vovós leem histórias para as crianças e falam sobre temas relevantes para elas e assuntos ligados à Grã-Bretanha.
De acordo com Sugata Mitra, elas são capazes de estimular e valorizar as crianças e assim agir como ''vovós virtuais'' para as crianças.
Jackie vive em uma área rural a 24 quilômetros de Manchester - um outro mundo em relação a Pune. ''Nós falamos sobre o meu jardim. Na primavera, eu mostro a elas fotos das ovelhas no campo, perto da minha casa e, no inverno, retratos da neve. Se vou a Londres, levo fotos minhas por lá. Elas adoram.''
As e-mediadoras estimulam umas às outras, mantendo contato por meio de uma página de Facebook e de um conjunto de páginas wiki.

Projeto em expansão

Sugata Mitra diz à BBC que atualmente há cerca de 300 vovós envolvidas com o projeto e que ele não para de crescer, mas há também contratempos e Mitra cita-os de forma sincera.
''Após três anos, ainda parece que estamos na fase piloto. Há uma série de coisas que precisamos resolver. Este tipo de e-mediação é voltado para colégios não muito bons, mas eles não querem o projeto. Os professores não têm grande interesse, não há eletricidade suficiente, há centenas de razões pelas quais não funciona'', afirmou.
Usar Skype para conectar as avós com as crianças pode ser barato, mas nem sempre é algo com o qual se pode contar. A conexão muitas vezes cai, como já ocorreu com Jackie. De acordo com Mitra, uma em cada dez sessões apresentam um problema.
Inicialmente, as vovós trabalhavam com escolares de Hydrerabad, onde as diferenças culturais na formação das voluntárias britânicas e as crianças com as quais elas estavam se conectando logo se tornaram óbvias.
Crianças indianas dizem se empolgar com as lições
Crianças indianas dizem se empolgar com as lições
''As escolas eram predominantemente muçulmanas, e, olhando para trás, talvez essa não tenha sido a melhor escolha'', afirma Mitra.
Jackie concorda que religião é um tema sensível e diz fazer o máximo possível para evitar quaisquer referências a religião.
No início, ela comenta que havia uma falta de entusiasmo generalizada com a empreitada. ''Havia muitos problemas, Ninguém no colégio parecia preparado para facilitar a realização das sessões. Os professores constantemente não possuem as qualificações necessárias, não são competentes com tecnologia, não falam inglês e talvez se sintam intimidados por esse tipo de intervenção'', afirma.
Agora, as sessões são realizadas com a participação de um clube que promove sessões após as aulas, chamado Khelgar, onde uma vasta equipe oferece apoio às crianças.
Entre eles há Suneeta Kulkarni, que conta com o trabalho incrivelmente desafiador de coordenar a empreitada em toda a Índia.
Ela conta que a iniciativa é altamente recompensadora. ''Já notei fortes diferenças nas crianças. Elas aprenderam muitas palavras e, agora, quando Jackie, mostra alguma frase diante da câmera do computador, eles tentam ler as palavras'', afirma.

Ideia exportada

O projeto agora foi estendido para a Colômbia, onde está sendo implementado em quatro escolas.
A iniciativa também vem sendo utilizada em colégios britânicos. Na cidade de Gateshead, onde o nível de alfabetização é abaixo da média nacional britânica, escolas britânicas estão abraçando as ''vovós virtuais'' e fazendo uso de e-mediadores para envolver as crianças desde as primeiras etapas do processo de aprender a ler.
''Os professores também adoram, pois podem fazer pausas para tomar um copo de chá e as crianças ficam muito empolgadas em ver uma vovó aparecer na tela'', comenta Mitra.
Ele diz estar confiante de que o projeto possa ser encampado por uma grande organização e ser implementado mundialmente. ''Em termos de potencial, nós apenas arranhamos a superfície.
Ele também vê grande potencial em expandir o papel dos e-mediadores, criando uma ''nuvem de aposentados''. ''Nós contamos com uma força de trabalho silenciosa, engenheiros aposentados, médicos, encanadores, todos com muita experiência para compartilhar'', afirma.
Esse seria, diz ele, um importante salto cultural na forma com que as populações idosas são vistas. ''Em vez de perguntar, 'o que podemos fazer por eles?', iremos perguntar 'o que eles podem fazer por nós?'.''
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/04/120430_vovos_britanicas_india_bg.shtml
 

Definitivamente Best Western Le Jardin é referencial em hospitalidade em Caldas Novas

Que tal aproveitar o seu tempo livre para descobrir o único hotel com excelência em hospitalidade em Caldas Novas garantindo à você e sua família pleno descanso? A dica é chamar a família e aprontar as malas rumo ao moderno, prático e aconchegante hotel de luxo com serviços de alto padrão. Inaugurado em abril de 2009, ou seja, há cerca de três anos, o Best Western Le Jardin está localizado na parte nobre de Caldas Novas, a apenas 600 metros do centro da cidade, e possui tudo aquilo que você necessita para viver momentos inesquecíveis em um ambiente criado sob medida para um público exigente e com estilo.

Referencial de excelência em hospitalidade
Comprovadamente o Best Western Le Jardin é considerado o melhor hotel de Caldas Novas, sendo inclusive referencial de "Excelência em Serviços" de hotelaria no Brasil e exterior. Para o Turismólogo Marco Antonio Gomes Martins da Eletrobrás Furnas, que já esteve hospedado no Best Western Le Jardin com sua família, em uma escala de prioridades de uma organização estão em primeiro lugar a segurança, em segundo a cortesia, em terceiro o espetáculo e por último, porém não menos importante está a eficiência. Martins ainda ressalta que nos itens citados, o Best Western Le Jardin se enquadra em todos, acrescentando que "para nós hóspedes fica claro que toda equipe possui um único foco, que é justamente encantar seus clientes”, e arremata afirmando que “em pouco tempo hospedados pudemos perceber que o Best Western Le Jardin está cumprindo da melhor maneira seu papel dentro do contexto e da arte de encantar clientes", diz.


Sobre o Best Western Le Jardin
Os apartamentos contam com ar-condicionado digital, frigobar, TV 21", rádio-relógio, cofre digital, telefone e fechadura eletrônica. O Suites Le Jardin faz parte da rede Best Western, a Maior Rede de Hotéis do Mundo®, com mais de 4.000 hotéis, em 80 países. Isso garante ao Le Jardin um padrão de qualidade de serviços e excelência em atendimento aos seus hóspedes.

Na história
Best Western começou nos anos seguintes a Segunda Guerra Mundial . Na época, a maioria dos hotéis eram grandes propriedades urbanas, ou menor propriedade familiar hotéis de beira de estrada. Na Califórnia, uma rede de operadores de hotéis independentes começaram a fazer referências de si para os viajantes. Esta rede de pequeno e informal, eventualmente, se transformou na melhor cadeia hoteleira moderna ocidental fundada por MK Guertin em 1946.
Entre em nosso site www.lejardincaldasnovas.com.br e faça já sua reserva, ou pelo telefone (64) 3454.9399/ 3454.9300
Pela redatora do CanalB6 - Bia Brasil

Some das farmácias o "queridinho das vovós.

Famílias acostumadas a usar o Funchicórea, um dos mais populares remédios para bebês com cólica do país, estão se mobilizando para driblar o desaparecimento do produto das farmácias. 
Medicamento existe há 72 anos; na internet, mães se mobilizam para conseguir alguns frascos do fitoterápico  O motivo: o registro do Funchicórea, usada no Brasil há 72 anos, foi cancelado pela Anvisa (Agência Nacional da Vigilância Sanitária). 
O processo para cancelamento do registro está em andamento desde 2005, mas o Laboratório Melpoejo, fabricante do produto, conseguiu manter a autorização de produção e venda por meio de liminares. A decisão final foi publicada em 6 de fevereiro no "Diário Oficial da União". 
Vigilância Sanitária cancelou registro da Funchicórea, alegando que a eficácia do produto não é comprovada





A Anvisa alega que o Melpoejo não apresentou comprovação de segurança e eficácia do produto para os fins relatados no rótulo (combate a prisão de ventre e cólicas de bebês durante os primeiros meses de vida).

Além disso, uma resolução da agência de 2004 determina que medicamentos fitoterápicos que contenham partes da planta (caso do Funchicórea) deveriam trocar sua matéria-prima por outros derivados -como o extrato da planta, por exemplo.

A fórmula do medicamento inclui folhas de chicória, raiz de ruibarbo e flores de funcho (erva-doce), além de sacarina, responsável por conferir o sabor doce ao remédio. Era comercializado na forma de pó para ser misturado na água ou no qual se mergulhava a chupeta. QUERIDO DAS VOVÓS

"Não existe trabalho científico que comprove a eficácia, mas as vovós amam o produto", diz Izaura Ramos Assumpção, gastroenterologista pediátrica do Hospital Infantil Sabará.

"Acredito que funcione por placebo: tranquiliza a família, que tem a sensação de estar fazendo algo para o bebê, e a substância doce acalma a criança e tira o foco de atenção da dor", acrescenta.

Nos principais grupos de discussão sobre maternidade na internet, pais compartilham informações sobre onde ainda é possível encontrar o produto e alternativas a ele.

"Consegui comprar em uma farmácia virtual de Brasília, que logo teve o estoque esgotado. Comprei quatro potes e dei um para a minha prima. O Funchicórea ajuda bem meus bebês, mas acredito que mais para acalmar do que para aliviar mesmo as cólicas", conta a publicitária Marina Whitaker, 31, mãe de gêmeos de três meses, de São Paulo.

Uma representante comercial do Melpoejo no Paraná criou um perfil no Facebook para estimular as mães a pressionarem a Anvisa.

Na página, há informações sobre o produto, sobre como escrever à agência solicitando a volta do registro e onde ainda é possível encontrar o remédio. "Nesses dois meses, mais de cem mães já me procuraram para obter o remédio", diz Teka Lopes, responsável pelo perfil.

A Folha também apurou que foram enviadas amostras a mães "desesperadas", mas a representante nega.

A cólica do primeiro trimestre de vida é causada pela imaturidade do sistema digestivo do bebê -movimentos bruscos do intestino podem causar dor. O organismo também tem dificuldade para digerir a lactose (açúcar do leite), e as moléculas que chegam inteiras ao intestino grosso favorecem o aparecimento de gases.

"Os pais precisam saber que as cólicas são uma manifestação normal e esperada e que não existe trabalho científico sobre nenhum remédio contra esse problema. É preciso ter paciência em primeiro, segundo e terceiro lugar, porque isso passa", diz Eliane Garcez, do Departamento Científico de Pediatria Ambulatorial da Sociedade Brasileira de Pediatria.

OUTRO LADO

Diretores do Laboratório Melpoejo dizem não concordar com a resolução de 2004 da Anvisa e que, por isso, entraram com as liminares para manter o produto à venda.

De acordo com a empresa, não existe nenhum relato de problema causado pelo uso do fitoterápico.

"Pedimos a pesquisadores da UFPB (Universidade Federal da Paraíba) que analisassem a troca da matéria-prima da planta para derivados. Os estudos mostraram que o extrato é ineficaz", diz Henrique Thielmann, diretor-executivo da empresa.

"Nossos pleitos, questionamentos e recursos na Anvisa, bem como os jurídicos, continuam. Mas achamos por bem suspender a fabricação e distribuição do Funchicórea desde setembro de 2011, até que possamos ter o registro renovado. As pesquisas prosseguem", diz.

Segundo o pesquisador Isac Almeida de Medeiros, farmacêutico e responsável pelos estudos com o Funchicórea na universidade, estão sendo feitos protocolos experimentais em animais. Ainda não há nenhum resultado preliminar.

Caldas Novas ganha primeira agência especializada em turismo ecológico - Pequi Viagens

 
Emanuel Lopes, diretor da Pequi Viagens, na Feira Internacional de Lisboa
Caldas Novas
Pequi Viagens acaba de ser criada e já começa com um grande diferencial, é especializada em ecoturismo, com foco principal de atuação na região das Águas Termais, que abrange Caldas Novas e Rio Quente. O nome faz referência e homenagem ao fruto típico do cerrado, para ser lembrado e associado à Serra de Caldas.

Com a difusão da sociedade da WebCaldas Viagens, o administrador Emanuel Lopes, pesquisou o mercado de agências de turismo e constatou que a maioria tinha um único foco em vendas de hospedagens. Resolveu inovar e criar uma empresa onde, além das vendas de hospedagens, também poderia abranger o campo do ecoturismo, pouco explorado na região.

Caldas Novas não é apenas água termal, mas possui uma gama de atrações e pontos turísticos naturais que vale a pena mostrar e visitar, como as trilhas ecológicas da Serra de Caldas que levam às cachoeiras do Paredão e Cascatinha, além de conhecer as várias cachoeiras do Lago Corumbá, pouco visitadas por turistas.

O ecoturismo é uma forma de turismo voltada para a apreciação de ecossistemas em seu estado natural, com sua vida selvagem e sua população nativa intactos. Durante o passeio teremos um contato impressionante com o cerrado, visitando a Cachoeira da Cascatinha e a do Paredão. Passeio de barco pelo Lago de Corumbá para conhecer duas cachoeiras e se refrescar em suas águas cristalinas.
Emanuel Lopes tem uma experiência de mais de 7 anos na área e começou como designer gráfico na Tecmídia Comunicação Digital, depois foi para o Rio Quente Resorts como diretor de criação, onde seguiu para o Grupo diRoma Hotéis como gerente de marketing. Foi sócio proprietário da WebCaldas Viagens e agora começa novo ciclo de sucesso na Pequi Viagens.

Para saber mais sobre os pacotes e promoções da Pequi Viagens visite o site: www.pequiviagens.com.br .

Ecoturismo Caldas Novas
fruto do pequi
Best Western Suítes Le Jardin
trilha na Serra de Caldas Novas
Ecologic Ville Resort
passeio no Lago Corumbá

Serviço:
Pequi Operadora e Agência de Viagens 
Fone: (64) 3453-5753      
email: emanuel@pequiviagens.com.br
site: www.pequiviagens.com.br

Idosos descobrem internet para fazer compras

Pesquisa mostra que público acima dos 60 anos se interessa mais por determinados serviços on-line Alexandre Moreno
Agência BOM DIA

“As pessoas nesta faixa etária têm mais tempo para ficar na internet e para pesquisar, pois ficam mais em casa”, fala  Valéria Lasca, coordenadora do Núcleo de Cursos para Terceira Idade da FAAP (Fundação Armando Álvares Penteado). 

Apesar de a  inclusão digital desta parcela dos consumidores ainda ser um entrave, esta é uma realidade que muda a cada dia.
“O aposentado, depois que domina a máquina, acha mais seguro comprar pela internet do que sair nas ruas para fazer as compras”, fala Valéria.
 
A sede da terceira idade por consumir internet (e, claro, produtos vendidos na rede) tem ligação com a busca por qualidade de vida.

“Essa geração de idosos planejou melhor a aposentadoria e, agora,  busca qualidade de vida. Assim, consome turismo, cultura, saúde (medicamentos)”, diz a professora. A pesquisa diz também que os idosos são maioria em sites de bancos.

Porém, o comércio eletrônico gera um alerta, para qualquer faixa-etária. “O comércio eletrônico é feito, essencialmente, com cartão de crédito. Acontece que as pessoas estão comprando pela internet e não estão conseguindo pagar. Isso está gerando uma bolha enorme de cartão de crédito”, fala o economista José Nicolau Pompeo.

Dormir após ao almoço faz bem à saúde

Dormir após ao almoço faz bem à saúde










Cochilo após a refeição faz parte do ciclo normal de sonolência do ser humano
Principalmente na Espanha há uma prática comum para muitas pessoas após o almoço: a chamada sesta, que consiste em um cochilo. Na capital, Madri, é corriqueiro encontrar numerosas lojas fechadas no início da tarde em lugares movimentados, teoricamente em um momento de grande proveito comercial para os empresários. Mesmo assim, alguns lojistas preferem fechar seus estabelecimentos por um motivo muito simples: dormir.
O que parece estranho aos nossos olhos é uma prática saudável e que deveria ser seguida por todas as pessoas. Dormir após o almoço não é sinônimo de preguiça ou falta do que fazer, mas sim uma recomendação médica capaz de melhorar o desempenho nas atividades durante os períodos vespertino e noturno e, consequentemente, trazer mais saúde.
Dormir após o almoço faz bem à saúde
O especialista em sono e responsável pelo serviço de Medicina do Sono do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, Maurício Bagnato explica que a sesta não é um capricho, mas sim uma necessidade fisiológica. “O cochilo depois do almoço é muito bom para o corpo porque a temperatura abaixa após o sono. Ele precisa ter duração máxima de meia hora e dá uma boa restaurada. Isso faz parte do ser humano. O corpo pede esse descanso”, afirma o especialista.
Algumas empresas já oferecem salas de descanso para que os funcionários possam tirar um cochilo após o almoço. Contudo, essa prática ainda é rara no meio empresarial brasileiro. No setor comercial, há o mesmo problema. Vendedores e balconistas precisariam descansar após a refeição para desempenhar melhor seus papéis, mas isso não acontece nem com os patrões, que, diferentemente de muitos colegas espanhóis, não tiram um momento para adaptar o corpo ao dia corrido e estressante.
Dormir após o almoço faz bem à saúde
Estudos mostram que os profissionais que têm um período de descanso depois do almoço, mesmo que não seja um sono profundo, possuem maior propensão a apresentar produtividade superior do que os demais companheiros que não investem tempo no descanso durante o expediente.
O otorrinolaringologista e diretor da Associação Brasileira do Sono, Michel Cahali, compartilha dessa opinião e acrescenta que o cochilo após o almoço faz parte do ciclo normal de sonolência do ser humano. Contudo, os homens, ao longo da história, passaram a dar cada vez menos importância a essa relevante característica fisiológica. “É algo muito positivo pelo ciclo de vigília e sono das pessoas. Após o almoço, a gente tem um pico de sonolência, e uma soneca de meia hora é reparadora”, diz.
Deve-se prestar atenção, contudo, no exagero de sono no período vespertino. Em casos de indivíduos com tendência muito forte a sentir sonolência no trabalho ou em alunos, após a aula matutina, a principal causa é a ausência de sono suficiente durante a noite. Dormir mais de meia hora à tarde é um sintoma de que algo não vai bem no sono noturno.
Por: Minha Vida – publicado em 26/01/2011
Fonte: http://www.minhavida.com.br/bem-estar/materias/12741-dormir-apos-o-almoco-faz-bem-a-saude

A Fabulosa Comédia – Sobre Vovós e Lobos

O conto de fadas "A Fabulosa Comédia- Sobre Vovós e Lobos" da Cia. SeteBelos estreia pela primeira vez nos palcos do Teatro Nacional nos dias 5, 6, 7, 8, 13 ,14 e 15 de Abril.
Data: 5, 6, 7, 8, 13, 14 e 15 de Abril.
Hora: Quinta, Sexta e Sábado às 21h, Domingo às 20h.
Local: Sala Martins Pena - Teatro Nacional Cláudio Santoro.

Sobre

Você sempre quis saber o que aconteceu depois que o Lobo mau comeu a vovózinha? Quer saber o que aconteceu depois do final feliz? Com quem a bruxa finalmente se amarrou, ou o que aconteceu com Capitão Gancho depois do Tic-Tac?
A pedido dos fãs, A Fabulosa Comédia volta à agenda de apresentações da Cia. SeteBelos, estreando pela primeira vez no Teatro Nacional! O espetáculo reúne diferentes personagens de diversos contos de fada, em uma trama irreverente, com muito humor, marcada por acontecimentos fabulosos e personagens carismáticos. Baseado livremente nos contos da literatura universal, mas com visão moderna e adulta, a Cia. utiliza diversas linguagens para contar a fantástica história.
Bruxa, Capitão Gancho e Lobo Mau buscam vingança contra aqueles que os colocaram na masmorra, e juntos arquitetam um ardiloso plano, que tem como mote a captura do primeiro raio de sol, depois de um raríssimo eclipse que só ocorre a cada dez mil anos.
Tudo isso acontece ao mesmo tempo em que se organiza o aniversário da princesa Branca de Neve, no castelo de Merlin, onde os personagens do mundo encantado se encontrarão.
Mesclando teatro, música ao vivo, rap e dança clássica, “A Fabulosa Comédia – Sobre Vovós e Lobos”, é um espetáculo de comédia ideal para todas as idades. Afinal de contas, você cresceu, os contos de fada também.

Ingressos

Inteira: R$ 50,00
Meia:
R$ 25,00

Mais Informações

  • Telefone: (61) 3034-6560 / 3325-6240.
  • Classificação: 12 anos.
  • Valores de ingressos sujeitos a alteração sem aviso prévio.

Atenção

Para sua segurança, antes de adquirir o ingresso verifique junto à empresa promotora do evento quais são as características e as suas garantias. O DeBoa.com limita-se tão somente à divulgação das informações distribuídas pelas empresas promotoras de eventos.

http://brasilia.deboa.com/cultural/a-fabulosa-comedia

Era uma vez três velhinhas...


 
Título: Era uma vez três velhinhas
Autor: Anna Claudia Ramos
Gênero: Literatura infantil
Páginas: 24
Formato: 25 cm x 25 cm
ISBN: 978-85-250-5113-4
Preço: R$ 28,00



 Marina, Mercedes e Virgínia eram três velhinhas que insistiam em continuar meninas. Ou, melhor ainda, eram meninas disfarçadas de velhinhas. Cada uma com o seu talento particular, elas pareciam meio fadas, distribuindo aquilo que tinham de melhor para as crianças. Até o dia em que só restou a saudade do trio de fadas-madrinhas da vida real.
Todo mundo conhece alguém parecido com uma dessas heroínas do livro Era uma vez três velhinhas. Alguém que personifique a figura de uma vovó, com a generosidade e o carinho que só as vovós – sejam elas legítimas ou postiças – são capazes de oferecer. O livro de Anna Claudia Ramos presta um tocante tributo a essas doces figuras, velhinhas especiais que cada um de nós guarda para sempre na memória afetiva.
A autora
Anna Claudia Ramos é carioca, formada em letras pela PUC/Rio, mestre em ciência da literatura pela UFRJ, curadora e mediadora do programa Leitura em Debate: a LIJ na Biblioteca Nacional. Viaja pelo Brasil ministrando palestras e oficinas sobre sua experiência com leitura e como escritora e especialista em Literatura Infantil e Juvenil. Para escrever esta história, Anna se inspirou em sua avó Gigi, que fazia os melhores doces do mundo, e em duas avós que ela adoraria ter tido, a Marina e a Mercedes, duas mulheres incríveis com quem conviveu por muitos anos.
O ilustrador
Alexandre Rampazo nasceu e cresceu em São Paulo, é ilustrador, autor de livros infantis e formado pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo. Durante muito tempo trabalhou como diretor de arte e designer, criando capas de livros e projetos editoriais. Quando criança, adorava as aulas na biblioteca da escola. 

http://globolivros.globo.com